2018 - Primeiro post do ano de 2018

Primeiro post do ano de 2018

Olá amigo,

 

Como primeiro post do ano, gostaria de fazer algumas observações.

Primeiramente, quero pedir desculpas por quase 1 mês sem escrever nada.

Acabou que não consegui sentar e parar um tempo para escrever algo que valesse a pena ser postado.

Tenho algumas ideias de textos, mas precisam ser desenvolvidas e incrementadas.

Vou falar, então, de forma breve sobre algumas coisas importantes para esse começo de ano.

 

Sobre o andamento do site

Pretendo continuar escrevendo textos informativos, isso não vai mudar, mas vou mudar a frequência dos posts.

O que antes eu mantive em três posts por semana, vou passar para 1 ou no máximo 2.

Isso porque pretendo priorizar a qualidade sobre a quantidade.

Vou melhorar o conteúdo para trazer uma densidade maior de informações, mas sem perder a essência de passar de forma clara e sem complicação.

Obviamente que, com o passar do tempo, os assuntos tratados ficarão mais complexos, mas isso é natural, pois não posso ficar apenas em temas “rasos”, mas também é verdade que não vou tocar em assuntos que eu não tenho conhecimento.

Isto posto, desejo que esse ano seja de muito aprendizado para todos nós!

 

Sobre o último post (Criptomoedas)

Quem acompanhou, durante o final do ano até hoje, viu que, após a alta e euforia ao redor das bitcoins, houve uma queda.

Com a BitCoin flutuando abaixo dos US$ 15.000,00, é possível perceber que nem sempre é bom tentar “surfar na onda”, porque muita das vezes ela já passou.

Não sei do futuro, mas creio que uma alta como vimos no final do ano passado não ocorrer tão cedo.

No mais, vou repetir: antes de fazer qualquer coisa, é bom estudar bastante, ler e reler para ter certeza daquilo que vai fazer, sob pena de se arrepender depois.

 

Sobre a mudança no Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

No finalzinho do ano houve uma mudança no FGC.

Agora, há uma limitação geral para o investidor pessoa física.

Ainda existe a garantia de R$ 250.000,00 por instituição financeira, porém, cada pessoa terá garantia de, NO MÁXIMO, R$ 1.000.000,00.

Para ilustrar, imagine que João tem R$ 100.000,00 investidos num Banco X e esse banco vai à falência.

Caso João receba esses R$ 100.000,00 via FGC, ele vai ter agora garantia de apenas R$ 900.000,00 de “seguro”.

O limite total de R$ 1.000.000,00 é restaurado após 4 anos do acionamento do FGC.

Essa mudança tem pouco impacto na vida dos investidores em geral, pois não é tão comum ter 1 milhão de reais investidos em renda fixa, além do mais, quem tem 1 milhão investidos em renda fixa, provavelmente, também possui investimentos em outros produtos e sabe bem como diversificar seus investimentos ou paga alguém para saber por ele.

Logo, não há motivo grande para se preocupar.

Vou fazer um post falando um pouco mais sobre essa mudança.

 

Sobre os meus investimentos

Nos últimos meses, com as quedas consecutivas da SELIC, a renda fixa tem deixado de ser tão atraente para dar lugar à renda variável.

Essa não precisa ser a regra para todos.

No meu caso, tenho mantido novos aportes em fundos de investimento.

Resolvi mudar uma parcela dos meus investimentos que estava numa liquidez diária, para investir no recém-aberto BAHIA AM MARAU FIC FI MULT ACCESS do BTG Pactual.

Fiz isso porque é um fundo que eu tinha desejo de entrar e que, no BTG Pactual, surgiu com um valor mínimo de aplicação que tenho condições de atingir.

 

No mais, a composição da minha carteira ficou da seguinte forma (não leva em consideração a mudança de dinheiro para fundo de investimento):

Gráfico de pizza dos investimentos em Janeiro de 2018
Gráfico ilustrando a composição da carteira neste início de janeiro.

 

Com relação ao crescimento do dinheiro, conforme é possível ver abaixo, o crescimento em dezembro de 2017 foi de 4,23% para a renda fixa e de 6,02% para o geral.

Com isto, fechei o ano (registrando desde maio de 2017) com 14,36% de aumento na renda fixa e 37,25% de aumento no geral.

porcentagens - Primeiro post do ano de 2018
Variação mensal dos meus investimentos – referência: Dezembro/2017

 

Vale lembrar que eu incluo os novos aportes dentro dessas porcentagens, logo ele não reflete a rentabilidade real do meu portfólio.

O aumento foi maior na renda fixa porque em dezembro eu aportei um valor razoável em alguns títulos que consegui boas taxas.

A melhora da rentabilidade, no geral, se deu porque os fundos de investimento se recuperaram, o que puxou o rendimento para cima.

Para ajudar, o valor de mercado dos títulos do Tesouro Direto baixaram um pouco com relação ao último balanço, o que fez com que o valor dos meus títulos subissem um pouco.

Nada de extraordinário.

 

Minha carteira de renda fixa rendeu, na média, 0,7% em dezembro de 2017, o que eu considero bom.

Os títulos préfixados e os IPCA+ ajudaram a manter uma boa rentabilidade.

Já os fundos de investimento renderam, em média, 2% no mês de dezembro.

Esse número já explica muito sobre a razão da melhora de rendimento.

(O tesouro direto eu desconsidero devido à flutuação que é da natureza dele).

 

Você já parou para analisar como foi o desempenho da sua carteira o ano passado?

 

Sobre minhas metas para 2018

Este ano pretendo voltar a estudar de forma intensa, bem como melhorar minhas receitas.

Por melhorar minhas receitas leia-se: melhorar o salário.

Ao mesmo tempo, pretendo cortar alguns gastos desnecessários.

 

Com relação aos investimentos propriamente ditos, gostaria de melhorar o desempenho da carteira.

Isto só vai ser possível caso eu dê mais um passo em direção à renda variável, ou vou continuar dependendo dos gestores ou das instituições financeiras oferecerem remuneração melhor para os títulos.

Logo, vou continuar estudando sobre ações e bolsa de valores, sem pressa para entrar.

 

Finalmente, quero deixar o espaço aberto para sugestões sobre temas e discussão.

Caso tenha alguma crítica, dúvida e etc, deixe um comentário ou me envie um e-mail!


Grande abraço e força, porque o ano está só começando!

COPOM reduz taxa SELIC a 7%

Olá amigo,

Hoje vamos tratar de um assunto muito atual e que é de interesse de todos os investidores: a reunião do COPOM.

Acontece que ontem (06/12/2017) foi finalizada a reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) e, como resultado, foi divulgada a nova meta da SELIC que passou de 7,5% para 7%.

Se você acompanha notícias, ainda que básicas, sobre economia, você com certeza viu que este foi praticamente o assunto do dia e que esta é a menor taxa histórica.

No entanto, este corte já era esperado pelo mercado, então não houve grande espanto quando a decisão do Comitê foi divulgada.

Sempre observe as previsões sobre o mercado antes de fazer investimentos para longo prazo!
É importante observar o que te espera no horizonte antes de investir.

O que me preocupa é que, apesar da taxa básica de juros diminuir, os custos de serviços bancários e/ou de cartão de crédito não são reduzidos na mesma proporção.

Ainda, por mais que se fale que “os juros reais estão melhores porque a inflação está menor”, eu discordo.

Isto porque, por mais que os números apontem para uma inflação comportada, na prática, e pelo menos para mim, o preço dos produtos continuam aumentando no mesmo ritmo.

Portanto, é um momento de investir com cuidado e pensar em várias circunstâncias que vão influenciar seus investimentos no futuro:

  • manutenção dos cortes da meta da SELIC;
  • 2018 é um ano de eleições nacionais e que, possivelmente, vai mexer com o mercado nacional;
  • muito se fala em aumento da meta da SELIC no final de 2018, mas para 7%;
  • renda fixa ficando para trás quando comparada à renda variável;
  • valorização da BitCoin e algumas outras criptomoedas.

O que fazer em tempos de incerteza?

Primeiramente, não existe uma “receita de bolo” quando o assunto é investimento.

Mas uma recomendação que serve para o investidor manter sua carteira segura (e isso serve mesmo para tempos de segurança e estabilidade do mercado) é diversificar seus investimentos.

Procure distribuir seus investimentos em títulos pós-fixados atrelados ao CDI, atrelados ao IPCA e, se a taxa estiver interessante, busque pré-fixados também.

Você também pode avaliar ingressar na renda variável, como Fundos de Investimento (seja multimercado, seja de imóveis ou ações), pois você somente vai aumentar a rentabilidade caso aumente sua exposição aos riscos.

Ademais, você deve manter seu plano de investimento.

A parcela que você investe para longo prazo, continue com a estratégia de longo prazo.

Também não vale muito a pena girar dinheiro investido em algo que serve como fundo de emergência (a não ser que você saia de uma poupança para ir para um CDB 100% CDI com liquidez diária hahaha).

Agora, se você possui dinheiro para arriscar um pouco, pode valer a pena entrar em alguns fundos de investimento, procurar ações sólidas e também criptomoedas (COM CAUTELA).

 

Pesquisar antes de fazer seus investimento é essencial para garantir bons rendimentos
Sempre pesquise antes de realizar seus investimentos, só assim você pode garantir uma boa performance da sua carteira!

Apesar dessas informações, sempre pesquise bem antes de “travar” seu dinheiro!

O maior risco de quem investe por conta própria em renda fixa é tomar decisões precipitadas e investir em algo que não vai oferecer a melhor rentabilidade para o período!

Ainda vou escrever sobre criptomoedas e fundos de investimento, mas pretendo terminar de cobrir a renda fixa antes!

Se tiver alguma sugestão, dúvida e/ou crítica mande uma mensagem!

Recentemente criei uma página no facebook para facilitar a divulgação dos textos, você pode curtir no menu lateral e visitar para ver as novidades com a comodidade do facebook!

 

Um grande abraço!

Análise da minha carteira – outubro de 2017

Olá amigo,

 

Demorei um pouco para escrever sobre o mês de outubro, mas finalmente vou fazer uma análise breve.

Mais uma vez, após as sucessivas quedas dos juros, a renda fixa tem sofrido com rendimentos menores do que estava acostumado, mas isso já era esperado.

Com relação à renda variável, tenho que o rendimento baixo se deu por conta do fim do ânimo todo da Bovespa.

Assim, o mercado esfriou um pouco e isso acabou por derrubar um pouco o rendimento de muitos investidores e fundos multimercado (genericamente falando).

No entanto, já existe sinalização de recuperação do investimentos e novo fôlego, por isso que é necessário ter sempre uma visão de prazo mais longo na hora de investir e saber qual seu perfil de investidor.

A tendência é que, diante da estabilização econômica e, possivelmente, a recuperação da confiança do investidor estrangeiro no Brasil, as taxas dos investimentos fique menor a partir de dezembro.

Lembrando que essa é uma leitura situacional, nada impede que aconteça um fato relevante que mude o cenário atual.

Sobre o rendimento da carteira

Na análise do rendimento total dos meus investimentos, o resultado foi tímido.

0,65% na renda fixa, sem novo aporte e 3,36% na total, com um “grande” aporte em fundo multimercado.

 

Variação mensal dos investimentos - total e renda fixa - outubro de 2017
Variação mensal dos meus investimentos – referência: Outubro/2017

 

Se formos ver bem, tivemos uma pequena desvalorização das cotas do fundo e, ainda, dentro deste montante, estão os valores investidos em Tesouro Direto (cujo valor dos títulos teve uma série de altas no final de outubro de começo de novembro).

A alta das taxas do Tesouro fez com que os valores caíssem ainda mais, mas isto não é problema, pois, para mim, o que vale é o valor no vencimento.

Ainda assim, desde maio deste ano, a variação total da carteira foi de +28,77% e a variação da carteira de renda fixa foi de +9,23%, o que considero satisfatório.

Note que, dentro da variação, eu conto meus aportes, logo há distorção e isto não reflete o rendimento real.

 

Já a composição da carteira teve um leve aumento em fundos (pulando para 15,5%) e que causou uma diminuição do montante dos outros tipos de investimento (21,4% de tesouro direto e 63,1% de renda fixa).

 

Composição simplificada da carteira - outubro de 2017
Composição simplificada da carteira – referência: Outubro/2017

 

O que vou fazer a partir de agora é observar com mais atenção antes de investir, pois poderia ter aproveitado oportunidades melhores (principalmente durante essa semana de “black friday”).

Dentro dessas oportunidades eu me refiro à renda fixa.

Alguns CDBs e LCs que, dentro dos meus objetivos, cairiam muito bem, mas que deixei de aproveitar por ter alocado tudo em fundos multimercado.

Apesar de não me arrepender, creio que poderia ter tomado uma decisão mais acertada.

 

Sobre os anúncios

Pretendo manter, mas vou testar conforme passar o tempo, para que não fique um visual poluído ou prejudique a leitura.

O objetivo é tentar abater parte do custo da hospedagem, pois é bem difícil ganhar dinheiro com publicidade desta forma.

Finalmente, estou preparando um simulador e gráfico de juros compostos, espero conseguir fazer funcionar em breve!

 

Um grande abraço!